JESUS CRISTO, O ÚNICO
PASTOR
A palavra no Evangelho de Mateus 23.1 a 16 diz: “1 ENTÃO
falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, 2 Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. 3
Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as
suas obras, porque dizem e não fazem; 4 Pois atam fardos pesados e difíceis
de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo
querem movê-los; 5 E fazem todas as
obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e
alargam as franjas das suas vestes, 6 E amam os primeiros lugares nas ceias e
as primeiras cadeiras nas sinagogas, 7 E as saudações nas praças, e o serem
chamados pelos homens; Rabi, Rabi. 8 Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber,
o Cristo, e todos vós sois irmãos. 9 E a
ninguém na terra chameis vosso pai, porque
um só é o vosso Pai, o qual está nos
céus. 10 Nem vos chameis mestres,
porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. 11 O maior dentre vós será
vosso servo. 12 E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si
mesmo se humilhar será exaltado. 13 Mas ai
de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem
deixais entrar aos que estão entrando. 14 Ai de vós, escribas e fariseus,
hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas
orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo. 15 Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um
prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes
mais do que vós. 16 Ai de vós,
condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso
nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.”
O Senhor Jesus adverte com veemência para que ninguém queirais ser
chamado, de Rabi, Mestre, Pastor, porque somente Ele é digno desse
tratamento e todos os demais sois irmãos.
Sabendo Ele ainda da ousadia de muitos que almejam receber a
mesma reverência que o Criador, serem chamados de pai, evidenciou que Pai é
somente Deus que está no céu.
A propósito, conhecem o significado das palavras “PADRE” e
“PAPA”? Pois bem, “padre” em espanhol significa pai, como
“papa” na língua italiana também significa pai.
Esse título é exclusividade do Pai Criador, e jamais homem algum poderá
ambicionar receber o mesmo tratamento que Deus, mas a criatura quer se nivelar
ao seu Criador.
Temos conhecido também alguns teólogos que possuem o título de REVERENDO.
Vamos conhecer o significado dessa denominação honorífica, em pesquisa
realizada nos dicionários da língua portuguesa:
Reverendo: Digno de reverência,
respeitoso.
Reverência: Respeito às coisas sagradas,
veneração, acatamento, inclinação da cabeça e do corpo em adoração a alguém.
Agora meditem na incoerência dos que possuem esse título (reverendo), se
no Livro do Apocalipse 4. 9 a 11 diz assim: “9 E, quando os animais
davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono,
ao que vive para todo o sempre, 10 Os
vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o
trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante
do trono, dizendo: 11 Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.” A Palavra relata que somente o Senhor Deus é digno de reverência,
adoração, honras e glórias, isso é
reverencia e o único reverendo é
Deus.
O ÚNICO PASTOR
O homem ostenta o título de “pastor” fundamentado na carta aos Efésios 4.11 a 13 que diz assim: “11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas,
e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, 12 Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para
edificação do corpo de Cristo; 13 Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao
conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa
de Cristo,” Nessa passagem não fala de titulo, mas de dom quando diz “E ele
mesmo deu...” como dádiva ou dom com o objetivo da unidade da Fé bem como ao
conhecimento de Jesus para se chegar a completa estatura de Cristo que é sua
igreja.
Mas essa ordenança não é uma concessão aos pregadores para adotarem
cargos eclesiásticos, porque a palavra não está se referindo a títulos,
e sim, aos dons espirituais outorgados por Deus aos seus escolhidos para
o bom desempenho da obra do ministério confirmando e complementando o texto de
Efésios, confira no texto das Escrituras abaixo:
Primeira Carta aos Coríntios 12.28 a 31 diz assim: “28 E a uns pôs Deus na
igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
29 Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são
todos operadores de milagres? 30 Têm todos o dom de curar? falam todos diversas
línguas? interpretam todos? 31 Portanto, procurai
com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.”
O Senhor quer o aperfeiçoamento dos Santos para a obra do Ministério. É uma exortação sobre
o nível de santificação que os membros do Corpo de Cristo precisam atingir para
a obra do ministério que exercem.
Mas também está escrito em Hebreus
13.17 que diz assim: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque
velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o
façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”
Está corretíssimo, a referência é sobre a função exercida pelo líder da
igreja e não a título, o qual tem a responsabilidade de conduzir o rebanho para
o encontro com o Senhor Jesus Cristo o Único Pastor, e deve fazê-lo de forma
alegre e as ovelhas devem contribuir para que isso aconteça.
Nós reverenciamos o Sumo Pastor, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
E no Evangelho de João
10.11 a 13 diz assim: “11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua
vida pelas ovelhas. 12 Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são
as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e
dispersa as ovelhas. 13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem
cuidado das ovelhas.”
E, ainda no Evangelho de João
10.16 Jesus ratificou: ”Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco;
também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho
e um Pastor.”
O Senhor Jesus afirma que Ele é o único Pastor, que tem outras ovelhas,
mas, ainda não estão no seu aprisco e lhe convém agregá-las.
E você meu irmão, está agregado no rebanho de qual pastor?
Por essa razão precisamos estar no rebanho de Cristo, e confessar
somente Ele como nosso único Pastor.
Alguns contestam dizendo que um rebanho e um Pastor só ocorrerá na vinda
de Cristo, mas, isso se refere ao chamamento de todos os povos em um só e não
mais somente a Israel, um só rebanho é a Igreja.
Agora muita atenção no que refere a palavra do Senhor no livro de Eclesiastes 12.11 que diz: “As palavras dos
sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.”
O MINISTÉRIO DOS
PRESBITEROS NO EVANGELHO
No Novo Testamento, sempre que a palavra menciona o dirigente da igreja
como “pastor”, está referindo-se a função do apascentador do rebanho e não a titulo.
Ou seja, a função executada pelo apascentador de ovelhas certamente é de
“pastor”.
Daí, até ostentar um título que somente Cristo é digno, fica muito
distante e não convém ao que realmente teme ao Senhor, uma vez que o que
apascenta exerce um dom e não a um titulo como querem muitos.
Porque a referência é sobre a função exercida, e não a concessão de um
título honorífico.
Semelhantemente, somente os doze discípulos de Cristo receberam o
Título de Apóstolo (posteriormente Paulo substituiu aquele que se perdeu), como
também, somente Deus poderá ser tratado por Pai.
A liderança sobre as igrejas que hoje são realizadas pelos denominados “pastores”,
no Evangelho de Cristo era exercida por presbíteros e bispos como podemos ver
em Atos dos Apóstolos 20.28 “Olhai, pois, por vós,
e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para
apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.” e, Primeira Carta a Timóteo 3.2 “Convém, pois, que o bispo seja
irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro,
apto para ensinar;” e, Tiago 5.14 “Está alguém entre vós
doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite
em nome do Senhor;” e Primeira Carta de Pedro 5.1 a 3 “1 AOS presbíteros, que
estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha
das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: 2
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por
força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; 3 Nem
como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
E na Carta a Tito 1.5 ”Por esta causa te deixei em Creta, para que
pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade
estabelecesses presbíteros, como já te mandei:”
Porém, o homem ambicionando status, poder, bens materiais, se
responsabilizou por essa mudança no tratamento aqueles que exercem a atividade
de liderar as igrejas denominacionais, mas, em muitos casos bem fora dos
padrões estabelecidos nas Escrituras Sagradas, uma vez que se pode observar que
não estão de acordo em sua totalidade com o que se determina nas Escrituras,
tanto que na Carta a Tito 1.5 a 9
diz assim: “5 Por
esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que
ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te
mandei: 6 Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos
fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. 7
Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus,
não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de
torpe ganância; 8 Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo,
santo, temperante; 9 Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina,
para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para
convencer os contradizentes.” Também Na Primeira Carta a Timóteo fala sobre o
assunto e confirma as qualidades que deve ter o Presbítero ou bispo como diz no
capitulo 3. 1 a 7 “1 ESTA
é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. 2
Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante,
sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 Não dado ao vinho, não
espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não
avarento; 4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição,
com toda a modéstia 5 (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa,
terá cuidado da igreja de Deus? ); 6 Não neófito, para que, ensoberbecendo-se,
não caia na condenação do diabo. 7 Convém também que tenha bom testemunho dos
que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.” As Escrituras manda
estabelecer Presbítero ou Bispo nas igrejas, e ilustra o perfil desses
como descrito nas passagens acima citadas para apascentar o rebanho de Deus,
mas, não como fazem hoje.
O que também fora ratificado na Primeira Carta de Pedro 5.1 e 2 que diz
assim: “1 AOS presbíteros,
que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e
testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de
revelar: 2 Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós,
tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente;
nem por torpe ganância, mas de ânimo
pronto;” Bem claro que não pode ter salário, pois, voluntário não tem
remuneração.
A palavra do Senhor ordena aos Presbíteros a apascentar o rebanho de
Deus, mas alerta-os para que sejam voluntários (Derivado da vontade própria; e
que não há doação de bens e nem retribuição pelos serviços prestados e também
não é titulo, mas, função de servir.)
Outra peculiaridade na palavra, às vezes despercebida, é justamente
relacionada a títulos aos homens santos que trabalhavam na obra do ministério,
desde a igreja primitiva.
Observem que no Novo Testamento, os únicos detentores de títulos, além
de Jesus, o Sumo Pastor, foram apenas doze Apóstolos por Ele escolhidos,
posteriormente Paulo foi chamado em substituição Judas Iscariotes, para compor
o apostolado.
Podemos citar alguns exemplos como Lucas, Marcos, Timóteo, Tito,
Filemon, Estevão e tantos outros homens santos de Deus que tanto cooperaram com
o Evangelho de Cristo, sacrificando até a própria vida.
E qual o título eclesiástico desses irmãos?
Não possuíam título algum, eram servos, pregadores do Evangelho do
Senhor Jesus Cristo.
Hoje, se vê pastores, apóstolos, reverendos, doutores, presbíteros,
bispos, anciãos, e tantos outros carregados de títulos (ungidos por homem é
claro) por todos os lados.
As igrejas estão abarrotadas por esses eruditos.
Mas, gostaria que os irmãos apontassem dentro da palavra, o nome
de pelo menos um dos homens santos de Deus, com o título de
“pastor” ou qualquer outro título que citamos, exceto aos Apóstolos que tiveram
o título concedido pelo Mestre, os presbíteros e diáconos eram servos a serviço
do mestre e não títulos como querem muitos.
Semelhantemente a mulher no púlpito ostentando títulos de
pastora, bispa, presbítera, diaconisa, etc., gostaria de saber onde está o
fundamento bíblico para essa prática?
Mas não vamos entrar nesse mérito por ser um absolutismo fora da
palavra, bem como perca de tempo, não há razão para falarmos sobre esse
assunto por se tratar de uma heresia, porque à mulher, não lhes é
permitido falar na igreja conforme a Primeira Carta aos Coríntios 14.34
que diz assim: “As
vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar;
mas estejam sujeitas, como também ordena a lei.” Confirmado na Primeira Carta a Timóteo
2.11 e 12 que diz assim: “11 A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. 12 Não
permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas
que esteja em silêncio.”
Porém, lhes é permitido anunciar o Evangelho, mas não como líder da
igreja, ou como pregadora oficial no culto, porque na palavra, não há
referência de título para as mulheres, nem mesmo como função.
A UNÇÃO PARA O MINISTÉRIO
Estando os Apóstolos reunidos, logo após a ressurreição Jesus se
apresentou entre eles conforme o Evangelho de João 20.21 e 22 que diz assim:
“21 Disse-lhes,
pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu
vos envio a vós. 22 E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes:
Recebei o Espírito Santo.”
O que também ocorreu no capítulo 2 de Atos verso 1 a 4, após a ascensão
de Cristo ao Trono de Glórias do Pai, que diz: “1 E, CUMPRINDO-SE o dia
de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; 2 E de repente veio
do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em
que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que
de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. 4 E todos foram cheios do
Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo
lhes concedia que falassem.”
Notamos também que por duas vezes consecutivas Jesus manifestou-se entre
os discípulos e lhes ungiu com o Espírito Santo.
Porventura não seria suficiente ungi-los uma única vez?
Podemos enfatizar que na primeira vez que o Senhor Jesus os ungiu, foi
lhes ofertando o selo da promessa do
Espírito Santo para a salvação da vida eterna.
E no dia de Pentecostes, pela manifestação
do Espírito Santo do Senhor Jesus e receberam
pela segunda vez a unção para
a obra do ministério, tanto que receberam o Espírito Santo, e imediatamente
começaram a falar em línguas estranhas, conforme as nações dos povos presentes,
iniciando naquele momento a Igreja Primitiva de Cristo, e a maior obra de pregação
realizada na face da terra. Porque Jesus disse, eu vou, mas não vos deixarei
órfão, eis que enviarei o Espírito Santo, porque se eu não for, ele não virá.
Hoje, o próprio homem se encarrega de ungir a “pastor” o seu
companheiro, e o único requisito para receber esse título (quando muito), é ter
formação teológica, e a unção vem aleatoriamente, deixando em segundo plano a
promessa do Senhor Jesus, pela manifestação do Espírito Santo.
A única passagem que os discípulos praticaram a unção e com azeite (de
oliva) e não com óleo especifico ou separado para tal ato (como hoje se dissemina),
mas, somente nos casos de enfermidades, inclusive era um costume dos Judeus,
pois criam no poder medicinal de cura do azeite e não era um mandamento ou
ordem do Senhor Jesus Cristo, ou, até mesmo algo que Ele tenha feito, portanto,
a ênfase é para a oração da Fé e não para a unção como está na Carta de Tiago
5.14 que diz: “Está
alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele,
ungindo-o com azeite em nome do Senhor;” Mas, como usar um texto isolado nos
leva a prática de heresia e os textos observados devem estar em concordância e nos
levam a um entendimento claro de que não se pode usar essa prática (sugiro ver
o estudo A Unção Com Óleo, para melhor esclarecimento), mas, para a obra do
ministério, somente Deus ungirá, como bem confirma na Segunda Carta aos
Corintios 1.21 que diz: “Mas
o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,”
E ainda afirma que a unção vem de Deus, e não há necessidade de que
ninguém vos ensine nada, porque a unção do Espírito Santo vos ensina todas as
coisas conforme a Primeira Carta de João 2.20 a 27 que diz assim: “20 E vós tendes a unção
do Santo, e sabeis todas as coisas. 21 Não vos escrevi porque não soubésseis a
verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. 22 Quem
é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse
mesmo que nega o Pai e o Filho. 23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o
Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 24 Portanto, o que
desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o
princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai. 25 E esta é a
promessa que ele nos fez: a vida eterna. 26 Estas coisas vos escrevi acerca dos
que vos enganam. 27 E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não
tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina
todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim
nele permanecereis.”
E no Evangelho de Lucas 4.18, disse Jesus: “O Espírito do Senhor
é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os
quebrantados de coração,”
Notem que a unção do Senhor Jesus veio do Espírito Santo de Deus
conforme o Evangelho de Mateus 3.16 e 17 que diz assim: “16 E, sendo Jesus
batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito
de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. 17 E eis que uma voz dos céus
dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
E na carta aos Hebreus 1.9
diz assim: “Amaste
a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo
de alegria mais do que a teus companheiros.
E, sobre a substituição de Judas vemos no 1º Capítulo de Atos dos
Apóstolos verso 26 “E,
lançando-lhes sortes, caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum
foi contado com os onze apóstolos.”, a palavra descreve que os onze
Apóstolos oraram a Deus para escolher o sucessor de Judas Iscariotes, tendo a
sorte caído sobre Matias, o qual foi contado entre os doze, observe que foi
lançado sorte e voto, e não unção, pois, a unção vem de Deus, e não é unção com
óleo como muitos fazem de forma totalmente equivocada.
Porém entende-se, que essa escolha não foi homologada pelo Senhor, visto
que em seguida, o próprio Jesus convocou Saulo (Atos dos Apóstolos no capitulo
9) para compor o Apostolado, e a palavra não citou mais o nome de Matias como
apóstolo.
Esse exemplo é para reconhecermos que somente o Senhor Deus, tem
autoridade e poder para ungir os seus servos para a obra do ministério, através
do seu Espírito Santo, segundo a sua vontade.
E no Evangelho de Mateus 28.19 disse Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Edição Corrigida
Fiel).
Portanto amados em Cristo, ao homem servo de Deus, foi limitado à
autoridade para fazer discípulos, porque apóstolos (apenas doze) somente o
Senhor Jesus teve autonomia para fazer, como também a unção para a obra do
ministério, Ele é quem ungirá os chamados por seu decreto.
Salmos 23.1, define quem é o Verdadeiro Pastor: “O Senhor é
o meu Pastor, e nada me
faltará.”
Quem tem ouvidos ouça a voz do Espírito Santo de Deus.
Deus seja louvado e o seu amado Filho Glorificado.
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