quinta-feira, 29 de setembro de 2011

JESUS CRISTO, O ÚNICO PASTOR.

JESUS CRISTO, O ÚNICO PASTOR
            
A palavra no Evangelho de Mateus 23.1 a 16 diz: “1 ENTÃO falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, 2 Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. 3 Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; 4 Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los; 5 E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, 6 E amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas, 7 E as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens; Rabi, Rabi. 8 Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. 9 E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus. 10 Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. 11 O maior dentre vós será vosso servo. 12 E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado. 13 Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando. 14 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo. 15 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós. 16 Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.”
O Senhor Jesus adverte com veemência para que ninguém queirais ser chamado, de Rabi, Mestre, Pastor, porque somente Ele é digno desse tratamento e todos os demais sois irmãos.
Sabendo Ele ainda da ousadia de muitos que almejam receber a mesma reverência que o Criador, serem chamados de pai, evidenciou que Pai é somente Deus que está no céu.
A propósito, conhecem o significado das palavras “PADRE” e “PAPA”?  Pois bem, “padre” em espanhol significa pai, como “papa” na língua italiana também significa pai.   
Esse título é exclusividade do Pai Criador, e jamais homem algum poderá ambicionar receber o mesmo tratamento que Deus, mas a criatura quer se nivelar ao seu Criador.
Temos conhecido também alguns teólogos que possuem o título de REVERENDO.  
Vamos conhecer o significado dessa denominação honorífica, em pesquisa realizada nos dicionários da língua portuguesa:
Reverendo: Digno de reverência, respeitoso.
Reverência: Respeito às coisas sagradas, veneração, acatamento, inclinação da cabeça e do corpo em adoração a alguém.
Agora meditem na incoerência dos que possuem esse título (reverendo), se no Livro do Apocalipse 4. 9 a 11 diz assim: “9 E, quando os animais davam glória, e honra, e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive para todo o sempre,  10 Os vinte e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono, e adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo: 11 Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.” A Palavra relata que somente o Senhor Deus é digno de reverência, adoração, honras e glórias, isso é reverencia e o único reverendo é Deus.
                                  O ÚNICO PASTOR
O homem ostenta o título de “pastor” fundamentado na carta aos Efésios 4.11 a 13 que diz assim: “11 E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, 12 Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; 13 Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,” Nessa passagem não fala de titulo, mas de dom quando diz “E ele mesmo deu...” como dádiva ou dom com o objetivo da unidade da Fé bem como ao conhecimento de Jesus para se chegar a completa estatura de Cristo que é sua igreja.
Mas essa ordenança não é uma concessão aos pregadores para adotarem cargos eclesiásticos, porque a palavra não está se referindo a títulos, e sim, aos dons espirituais outorgados por Deus aos seus escolhidos para o bom desempenho da obra do ministério confirmando e complementando o texto de Efésios, confira no texto das Escrituras abaixo:
Primeira Carta aos Coríntios 12.28 a 31 diz assim: “28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. 29 Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres? 30 Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos? 31 Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.”
O Senhor quer o aperfeiçoamento dos Santos para a obra do Ministério. É uma exortação sobre o nível de santificação que os membros do Corpo de Cristo precisam atingir para a obra do ministério que exercem.
Mas também está escrito em Hebreus 13.17 que diz assim: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”
Está corretíssimo, a referência é sobre a função exercida pelo líder da igreja e não a título, o qual tem a responsabilidade de conduzir o rebanho para o encontro com o Senhor Jesus Cristo o Único Pastor, e deve fazê-lo de forma alegre e as ovelhas devem contribuir para que isso aconteça.
Nós reverenciamos o Sumo Pastor, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
E no Evangelho de João 10.11 a 13 diz assim: “11 Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. 12 Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. 13 Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.”
E, ainda no Evangelho de João 10.16 Jesus ratificou: ”Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.”
O Senhor Jesus afirma que Ele é o único Pastor, que tem outras ovelhas, mas, ainda não estão no seu aprisco e lhe convém agregá-las.
E você meu irmão, está agregado no rebanho de qual pastor?
Por essa razão precisamos estar no rebanho de Cristo, e confessar somente Ele como nosso único Pastor.
Alguns contestam dizendo que um rebanho e um Pastor só ocorrerá na vinda de Cristo, mas, isso se refere ao chamamento de todos os povos em um só e não mais somente a Israel, um só rebanho é a Igreja.
Agora muita atenção no que refere a palavra do Senhor no livro de Eclesiastes 12.11 que diz: “As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.”
                  
O MINISTÉRIO DOS PRESBITEROS NO EVANGELHO
No Novo Testamento, sempre que a palavra menciona o dirigente da igreja como “pastor”, está referindo-se a função do apascentador do rebanho e não a titulo.
Ou seja, a função executada pelo apascentador de ovelhas certamente é de “pastor”.
Daí, até ostentar um título que somente Cristo é digno, fica muito distante e não convém ao que realmente teme ao Senhor, uma vez que o que apascenta exerce um dom e não a um titulo como querem muitos.
Porque a referência é sobre a função exercida, e não a concessão de um título honorífico.
Semelhantemente, somente os doze discípulos de Cristo receberam o Título de Apóstolo (posteriormente Paulo substituiu aquele que se perdeu), como também, somente Deus poderá ser tratado por Pai.
A liderança sobre as igrejas que hoje são realizadas pelos denominados “pastores”, no Evangelho de Cristo era exercida por presbíteros e bispos como podemos ver em Atos dos Apóstolos 20.28 “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.” e, Primeira Carta a Timóteo 3.2 “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;” e, Tiago 5.14 “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor;” e Primeira Carta de Pedro 5.1 a 3 “1 AOS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: 2 Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; 3 Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E na Carta a Tito 1.5 ”Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei:”
Porém, o homem ambicionando status, poder, bens materiais, se responsabilizou por essa mudança no tratamento aqueles que exercem a atividade de liderar as igrejas denominacionais, mas, em muitos casos bem fora dos padrões estabelecidos nas Escrituras Sagradas, uma vez que se pode observar que não estão de acordo em sua totalidade com o que se determina nas Escrituras, tanto que na Carta a Tito 1.5 a 9 diz assim: “5 Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei: 6 Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. 7 Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; 8 Mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; 9 Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.” Também Na Primeira Carta a Timóteo fala sobre o assunto e confirma as qualidades que deve ter o Presbítero ou bispo como diz no capitulo 3. 1 a 7 “1 ESTA é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. 2 Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; 4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia 5 (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? ); 6 Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. 7 Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.” As Escrituras manda estabelecer Presbítero ou Bispo nas igrejas, e ilustra o perfil desses como descrito nas passagens acima citadas para apascentar o rebanho de Deus, mas, não como fazem hoje.
O que também fora ratificado na Primeira Carta de Pedro 5.1 e 2 que diz assim: “1 AOS presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: 2 Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;” Bem claro que não pode ter salário, pois, voluntário não tem remuneração.
A palavra do Senhor ordena aos Presbíteros a apascentar o rebanho de Deus, mas alerta-os para que sejam voluntários (Derivado da vontade própria; e que não há doação de bens e nem retribuição pelos serviços prestados e também não é titulo, mas, função de servir.)
Outra peculiaridade na palavra, às vezes despercebida, é justamente relacionada a títulos aos homens santos que trabalhavam na obra do ministério, desde a igreja primitiva.
Observem que no Novo Testamento, os únicos detentores de títulos, além de Jesus, o Sumo Pastor, foram apenas doze Apóstolos por Ele escolhidos, posteriormente Paulo foi chamado em substituição Judas Iscariotes, para compor o apostolado.
Podemos citar alguns exemplos como Lucas, Marcos, Timóteo, Tito, Filemon, Estevão e tantos outros homens santos de Deus que tanto cooperaram com o Evangelho de Cristo, sacrificando até a própria vida.
E qual o título eclesiástico desses irmãos?  
Não possuíam título algum, eram servos, pregadores do Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Hoje, se vê pastores, apóstolos, reverendos, doutores, presbíteros, bispos, anciãos, e tantos outros carregados de títulos (ungidos por homem é claro) por todos os lados.
As igrejas estão abarrotadas por esses eruditos.
Mas, gostaria que os irmãos apontassem dentro da palavra,  o nome de pelo  menos  um dos homens santos de Deus, com o título de “pastor” ou qualquer outro título que citamos, exceto aos Apóstolos que tiveram o título concedido pelo Mestre, os presbíteros e diáconos eram servos a serviço do mestre e não títulos como querem muitos.
Semelhantemente a mulher no púlpito ostentando títulos de pastora, bispa, presbítera, diaconisa, etc., gostaria de saber onde está o fundamento bíblico para essa prática?
Mas não vamos entrar nesse mérito por ser um absolutismo fora da palavra, bem como perca de tempo, não há razão para falarmos sobre esse assunto por se tratar de uma heresia, porque à mulher, não lhes é permitido  falar na igreja conforme a Primeira Carta aos Coríntios 14.34 que diz assim: “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei.” Confirmado na Primeira Carta a Timóteo 2.11 e 12 que diz assim: “11 A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. 12 Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.”
Porém, lhes é permitido anunciar o Evangelho, mas não como líder da igreja, ou como pregadora oficial no culto, porque na palavra, não há referência de título para as mulheres, nem mesmo como função.
A UNÇÃO PARA O MINISTÉRIO
Estando os Apóstolos reunidos, logo após a ressurreição Jesus se apresentou entre eles conforme o Evangelho de João 20.21 e 22 que diz assim: “21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. 22 E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.”
O que também ocorreu no capítulo 2 de Atos verso 1 a 4, após a ascensão de Cristo ao Trono de Glórias do Pai, que diz: “1 E, CUMPRINDO-SE o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar; 2 E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. 4 E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”
Notamos também que por duas vezes consecutivas Jesus manifestou-se entre os discípulos e lhes ungiu com o Espírito Santo.
Porventura não seria suficiente ungi-los uma única vez?
Podemos enfatizar que na primeira vez que o Senhor Jesus os ungiu, foi lhes ofertando o selo da promessa do Espírito Santo para a salvação da vida eterna.
E no dia de Pentecostes, pela manifestação do Espírito Santo do Senhor Jesus e receberam pela segunda vez a unção para a obra do ministério, tanto que receberam o Espírito Santo, e imediatamente começaram a falar em línguas estranhas, conforme as nações dos povos presentes, iniciando naquele momento a Igreja Primitiva de Cristo, e a maior obra de pregação realizada na face da terra. Porque Jesus disse, eu vou, mas não vos deixarei órfão, eis que enviarei o Espírito Santo, porque se eu não for, ele não virá.
Hoje, o próprio homem se encarrega de ungir a “pastor” o seu companheiro, e o único requisito para receber esse título (quando muito), é ter formação teológica, e a unção vem aleatoriamente, deixando em segundo plano a promessa do Senhor Jesus, pela manifestação do Espírito Santo.
A única passagem que os discípulos praticaram a unção e com azeite (de oliva) e não com óleo especifico ou separado para tal ato (como hoje se dissemina), mas, somente nos casos de enfermidades, inclusive era um costume dos Judeus, pois criam no poder medicinal de cura do azeite e não era um mandamento ou ordem do Senhor Jesus Cristo, ou, até mesmo algo que Ele tenha feito, portanto, a ênfase é para a oração da Fé e não para a unção como está na Carta de Tiago 5.14 que diz: “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor;” Mas, como usar um texto isolado nos leva a prática de heresia e os textos observados devem estar em concordância e nos levam a um entendimento claro de que não se pode usar essa prática (sugiro ver o estudo A Unção Com Óleo, para melhor esclarecimento), mas, para a obra do ministério, somente Deus ungirá, como bem confirma na Segunda Carta aos Corintios 1.21 que diz: “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,”
E ainda afirma que a unção vem de Deus, e não há necessidade de que ninguém vos ensine nada, porque a unção do Espírito Santo vos ensina todas as coisas conforme a Primeira Carta de João 2.20 a 27 que diz assim: “20 E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas. 21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. 22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. 23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai. 25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna. 26 Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam. 27 E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.”
E no Evangelho de Lucas 4.18, disse Jesus: “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração,”  
Notem que a unção do Senhor Jesus veio do Espírito Santo de Deus conforme o Evangelho de Mateus 3.16 e 17 que diz assim: “16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. 17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
E na carta aos Hebreus 1.9 diz assim: “Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
E, sobre a substituição de Judas vemos no 1º Capítulo de Atos dos Apóstolos verso 26 “E, lançando-lhes sortes, caiu a sorte sobre Matias. E por voto comum foi contado com os onze apóstolos.”, a palavra descreve que os onze Apóstolos oraram a Deus para escolher o sucessor de Judas Iscariotes, tendo a sorte caído sobre Matias, o qual foi contado entre os doze, observe que foi lançado sorte e voto, e não unção, pois, a unção vem de Deus, e não é unção com óleo como muitos fazem de forma totalmente equivocada.
Porém entende-se, que essa escolha não foi homologada pelo Senhor, visto que em seguida, o próprio Jesus convocou Saulo (Atos dos Apóstolos no capitulo 9) para compor o Apostolado, e a palavra não citou mais o nome de Matias como apóstolo.
Esse exemplo é para reconhecermos que somente o Senhor Deus, tem autoridade e poder para ungir os seus servos para a obra do ministério, através do seu Espírito Santo, segundo a sua vontade.
E no Evangelho de Mateus 28.19 disse Jesus:  “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Edição Corrigida Fiel).
Portanto amados em Cristo, ao homem servo de Deus, foi limitado à autoridade para fazer discípulos, porque apóstolos (apenas doze) somente o Senhor Jesus teve autonomia para fazer, como também a unção para a obra do ministério, Ele é quem ungirá os chamados por seu decreto.
Salmos 23.1, define quem é o Verdadeiro Pastor:  “O Senhor é o meu Pastor, e nada me faltará.”
Quem tem ouvidos ouça a voz do Espírito Santo de Deus.

Deus seja louvado e o seu amado Filho Glorificado.
                                                                                 
                                                                                 

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